sábado, 8 de dezembro de 2018

LANÇAMENTO DE PROJÉTEIS (RELATÓRIO)

ALCANCE DE UM PROJÉTIL EM FUNÇÃO DO ÂNGULO DE LANÇAMENTO

Wenderson Rodrigues Fialho da Silva - Viçosa,  ‎28‎ de ‎junho‎ de ‎2017


OBJETIVO

            Este experimento tem por objetivo analisar o movimento de um projétil abandonado em uma calha de lançamento com dada velocidade horizontal inicial.

CONTEXTO TEÓRICO

Um projétil é um objeto que é lançado no espaço. Feito isso, ele descreve uma trajetória que pode ser estudada usando algumas leis físicas do movimento. Quando usados em aplicações militares esses projéteis são os mísseis, munições de armas (balas), bombas, flechas e a área da mecânica que estuda a trajetória, a produção e o melhoramento desses equipamentos é a balística. Entretanto há objetos como uma bola de futebol quando arremessada no espaço, a água que sai de uma mangueira na horizontal e até a urina que sai do pênis em direção ao mictório têm características intrínsecas ao movimento de um projétil, características estas que estão diretamente ligadas ao movimento “parabólico” que ele descreve no espaço. Precisamente, a trajetória de um projétil é uma elipse, que se acentua quando se considera distâncias muito grandes, como por exemplo, a trajetória de um míssil intercontinental, mas para distâncias pequenas (algumas centenas de metros), essa elipse difere de uma parábola em alguns micrômetros, variação insignificante para efeitos práticos.

Um corpo quando lançado está sujeito a forças que agem sobre ele, como a força da gravidade (força peso), o empuxo do fluido em que se move, a força relacionada ao movimento de rotação da terra e, se o meio oferecer alguma resistência, a força de resistência do meio. Se conhecemos a posição e a velocidade de um corpo em dado estante, a trajetória que ele percorre pode ser determinada. Para o movimento de um projétil, sua trajetória tem duas direções, uma vertical e outra horizontal, que estão contidas no mesmo plano. Um fator muito importante para a análise desse comportamento é que os movimentos vertical e horizontal estão intimamente relacionados no tempo. O tempo que um projétil gasta para cair verticalmente de dada posição é igual ao tempo que ele gasta para cair da mesma altura sendo lançado horizontalmente.

              Figura (1) - Uma esfera solta (queda livre) e outra lançada horizontalmente

No nosso experimento as relações matemáticas que descrevem o fenômeno são expostas abaixo.

O alcance é a distância horizontal entre a saída do lançador e o local onde o projétil atinge, dado por $x=x_0+v_0 cos(θ)t$, onde $v_0$ é a velocidade inicial do projétil, $θ$ é o ângulo de inclinação do lançador acima da horizontal, e $t$ é a tempo do vôo. Veja a figura (2):

                 Figura (2) - lançamento em uma superfície nivelada

         Para o caso em que o projétil atinge um ponto que está no mesmo nível que a ponta do lançador, o tempo de vôo do projétil será duas vezes o tempo que leva para atingir o pico de sua trajetória. No pico, a velocidade vertical é zero, então:
$v_y=v_0 senθ-gt=0$      (1) 

         Sendo assim, pode-se extrair o valor do tempo t da equação (1), sendo:

$t=\frac{v_0 senθ}{g} $      (2)

         Como já mencionado, o tempo do projétil no ar será  $t_{no ar}=2t$,  portanto:

$t_{no ar}=\frac{2 (v_0 senθ)}{g} $     (3)

         O alcance do projétil, $R$, será dado por:

$R=x-x_0=v_{0_x } t_{no ar}= \frac{2v_0 cosθ (v_0 senθ)}{g}$    (4)

       Sendo $x$ o deslocamento horizontal num tempo $t$, $x_0$ a posição inicial e $v_{0_x }$ a componente horizontal da velocidade inicial do projétil.


         Usando a identidade trigonométrica, $2senθcosθ=sen2θ$, obtemos que:

$R=\frac{(v_0)^2 sen2θ}{g} $    (5)

         Isolando $v_0$ na equação (5), obtemos que:

$v_0=\sqrt{\frac{gR}{sen2θ}}$      (6)

     Para simplificar a análise de nosso experimento consideraremos que o projétil descreve um movimento no plano $xy$. O projétil escolhido foi uma esfera de plástico com de diâmetro $d=25,50±0,03 mm$ de modo a minimizar a influência do ar em sua trajetória, o que nos levou a desconsidera-la. O valor da aceleração da gravidade local  $g$ (Viçosa – MG) é igual a $9,78 \frac{m}{s^2} $.

MATERIAIS UTILIZADOS



METODOLOGIA

Medidas cuidadosas foram realizadas a fim de se obter o alcance máximo de um projétil (esfera de plástico) em função de 12 diferentes ângulos de lançamento.
Primeiramente, fixamos o lançador em uma das extremidades de uma mesa resistente. Em seguida apontamos o lançador para uma direção em cima da mesa, de tal modo a possibilitar que o projétil atinja a superfície desta.
Ajustamos o lançador com um ângulo de inclinação de 10 graus e colocamos a esfera nele e, por meio de um lançamento teste, determinamos onde a esfera atingia a mesa. Nessa posição colocamos uma caixa de papelão de modo a nivelar a superfície onde a esfera atingiu com a ponta do lançador, ($x_0$). Em cima da caixa fixamos o papel sulfite branco e acima dele colocamos o papel carbono, usado para marcar, por meio do impacto da esfera sobre ele, a posição que ela alcançou, ($x$).
Após serem ajustados os equipamentos, realizamos 5 disparos para cada ângulo proposto na tabela (1). Para cada disparo foi registrado o alcance medido, com a fita de medição, a distância alcançada pelo projétil, que tinha origem na ponta do lançador até o local do impacto da esfera acima da caixa.
Vale ressaltar que essas calibrações das posições referentes ao alcance do projétil foram feitas para cada um dos doze ângulos medidos e, para cada ângulo analisado, foram realizados cinco lançamentos, obtendo assim o alcance médio do projétil, visando com isso minimizar os erros inerentes ao processo experimental.
Para analisar a velocidade por meio do sensor photogate foi adotado a seguinte montagem:


Acoplamos o sensor (na ponta do lançador) para mediar o tempo de obstrução da esfera quando passa por ele. Esse tempo foi obtido, de quatro lançamentos e registrado na tabela (2) a seguir.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Com os resultados obtidos completamos a seguinte tabela (1) abaixo:

As velocidades de lançamento foram obtidas utilizando a equação (6) e os valores dos alcances médios para cada ângulo de lançamento.
Os valores da tabela (1) foram transformados no gráfico (1), utilizando um software chamado Origin, para melhor visualização da dependência dos valores. O gráfico se assemelha a uma senoide, assim como o esperado, por tratar-se de uma função seno.



Como a relação entre $R$ e $θ$ não é linear, vamos usar uma mudança de variável através de um processo de linearização.
$φ=sin⁡2θ $



O coeficiente de correlação linear, calculado pela calculadora HP 50G foi de $r=0,97$. Os coeficientes foram; angular = 1.61m e linear = 0.17m.

$R=1.61 sen⁡2θ+0.17$ 

Outra analise que fizemos foi sobre a velocidade inicial do projétil.

$ \frac{v_0^2}{g}=1.61 ⇒ v_0 =\sqrt{1.61*9,78}=3.97m/s$

Usando a média dos valores das velocidades iniciais presentes na tabela (1), obtivemos: $v_{inicial médio}=4,11m/s$. Como não se sabe qual dos dois valores está correto, toma-se a média dos valores como referência e calcula-se a diferença relativa desses valores em relação a essa média.

$|V|=\frac{v_{inicial médio}+v_0}{2}=\frac{4,11+3,97}{2}=4,04m/s$

Esses dois valores apresentam um desvio relativo γ de:

$γ=\frac{v_{inicial médio}-v_0}{|V|} =\frac{4,11-3,97}{4,04}=0,034=3,4%$

Essas duas estimativas da velocidade inicial revelam uma imprecisão de $3,4$%.


Uma terceira medida foi realizado com o uso do photogate que indicou o tempo de obstrução da esfera de plástico no sensor, representado na tabela (2) abaixo:

De pose do valor do $t_{médio}$ e do valor do diâmetro da esfera $D=25,50±0,03 mm$, calculamos o valor da velocidade $v_{photogate}$ que a esfera é lançada.

$limite superior da velocidade =\frac{0,02553}{0,0052}=4,91m/s$.
$limite inferior da velocidade =\frac{0,02547}{0,0054}=4,72m/s$.

O valor estimado da velocidade $v_{photogate} $ será:

$v_{photogate}=4,82±0,10 m/s$.

Calculamos o erro percentual da velocidade obtida por regressão linear em relação a velocidade obtida pelo uso do photogate:


CONCLUSÃO 
O valor obtido pelo coeficiente de correlação mostra que os dados experimentais aderem muito bem a previsão teórica, ou seja, o alcance é proporcional a $sen(2θ)$. O coeficiente linear diferente de zero indica a existência de erros experimentais.
Através do relacionamento analítico encontramos o coeficiente angular, pelo qual nós encontramos um valor para velocidade que ao ser comparado com o valor medido utilizando o photogate mostrou um erro de $17,63$%.
O coeficiente linear indicou que teríamos um alcance de 17cm para um lançamento totalmente horizontal, isso pode ser resultado da alta velocidade de lançamento acrescido da dificuldade em conseguir uma altura no ponto de queda idêntica à de lançamento (nivelamento).
Por fim, a relação analítica nos mostra que o alcance varia dentro de um intervalo específico que depende do ângulo de lançamento, sendo o ângulo máximo encontrado quando $sin⁡2θ=1 ⇒ 2θ=90° ⇒ θ=45°$, voltando a diminuir a medida que aumentamos o ângulo. Isso significa que o gráfico de alcance por $sin⁡2θ$ é limitado no intervalo $0≤sen⁡2θ≤1$, já que o alcance deve ser positivo.


Fontes:
Figura (1)
Figura (2)
Figura (3)
https://azeheb.com.br/media/catalog/product/cache/1/small_image/600x450/9df78eab33525d08d6e5fb8d27136e95/6/2/62001027_lancador-de-projeteis.jpg

terça-feira, 27 de novembro de 2018

LANÇAMENTO DE PROJÉTEIS (ROTEIRO)



ALCANCE DE UM PROJÉTIL EM FUNÇÃO DO ÂNGULO DE LANÇAMENTO

          Trata-se de um roteiro desenvolvido para a disciplina de Física experimental II da UFV. Foram utilizados materiais industrializados (como o lançador de projéteis) que, contudo, construí-lo-ei futuramente, utilizando materiais alternativos e, aqui, postá-lo-ei.


Wenderson Rodrigues Fialho da Silva - Viçosa, 24 de junho de 2017

1 - Objetivo
O objetivo deste experimento é estudar como o alcance de um projétil depende do ângulo de lançamento e determinar qual ângulo de lançamento dará o maior alcance.

2 - Introdução
           O alcance é a distância horizontal, $R$, entre a saída do lançador e o local onde o projétil volta a atingir o mesmo nível, dado por $R=x-x_0=v_0 cos(θ)t$, onde $ v_0 $ é a velocidade inicial do projétil, $θ$ é o ângulo de inclinação do lançador acima da horizontal e $t$ é o tempo do vôo. Veja a figura (1):




Para o caso em que o projétil atinge um ponto que está no mesmo nível que a ponta do lançador, o tempo de vôo do projétil será duas vezes o tempo que leva a bola para atingir o pico de sua trajetória. No pico, a velocidade vertical é zero, então:

$v_y=v_0 senθ-gt=0$        (1)

Sendo assim, pode-se extrair o valor do tempo $t$ da equação (1), sendo:

$t=(v_0 senθ)/g $       (2)

Como já mencionado, o tempo do projétil no ar será $t_{no ar}=2t$, portanto:

$t_{noar}=2 (v_0 senθ)/g $        (3)

O alcance do projétil, $R$, será dado por:

$R=x-x_0=v_{0x}t_{no ar}= 2v_0 cosθ [(v_0 senθ)/g] $        (4)

Sendo $x$ o deslocamento horizontal num tempo $t$, $x_0 $ a posição inicial e $v_{0_x}$ a componente horizontal da velocidade inicial do projétil.

Usando a identidade trigonométrica, $2senθcosθ=sen2θ$, obtemos que:

$R=(v_0^2 sen2θ)/g $        (5)

Isolando $v_0 $ na equação (5), obtemos:

$v_0=√(gR/sen2θ)$        (6)

3 – Metodologia

Materiais

Para a realização desse experimento usaremos um equipamento semelhante ao da figura (2) abaixo, que contém os seguintes itens:



4 - Procedimentos

1)  Fixe o lançador de projéteis em uma mesa resistente perto de uma de suas extremidades com o lançador apontado para que a bola atinja a mesa.
2)  Ajuste o ângulo do Lançador de projétil para dez graus com a horizontal. Coloque a esfera de plástico no lançador de projétil, engate-o e configure o dispositivo para alcance curto.
3)  Dê um tiro para localizar onde a bola atinge na superfície da mesa. Coloque uma caixa naquele local para que a bola atinja o mesmo nível da ponta do lançador em que foi lançada. Veja a Figura (3).


4)  Dê outro tiro para localizar onde a bola atinge a caixa. Nessa posição, coloque uma folha de papel sulfite sobre ela. Coloque um pedaço de papel carbono (lado carbono para baixo) em cima do papel branco. Quando a bola atinge a caixa, ela deixará uma marca no papel branco.
5)  Dispare cinco vezes para cada ângulo, como descrito na tabela (1).
6)  Use uma fita métrica para medir a distância horizontal do final do cano de disparo até a posição marcada no papel branco de cada um dos cinco lançamentos realizados.
7)   Encontre a média das cinco distâncias em cada caso e registre na Tabela (1).
8)  Encontre a velocidade de lançamento para cada ângulo de lançamento utilizando o alcance médio e a equação (6), registrando na tabela (1).
9)  Ajuste o equipamento para o próximo ângulo de lançamento e repita todas as etapas anteriormente mencionadas. Repita esse experimento até uma inclinação do lançador de 80 graus.
10)  Complete a tabela (1) abaixo.

5 - Análise do experimento:

1) Faça um gráfico em papel milímetro do alcance do projétil em função do ângulo de lançamento e desenhe uma curva suave através dos pontos.
2) Do gráfico, qual ângulo dá o alcance máximo?
3) Linearize o gráfico e obtenha os coeficientes da reta.
4) Qual é o significado físico dos coeficientes obtidos?
5) Obtenha o valor da velocidade inicial do projétil por regressão linear e compare-o com o valor obtido na equação (6) usando a velocidade inicial média referente a todos os doze ângulos de lançamento.
6) Obtenha o valor da velocidade inicial com o uso do photogate e compare-o com o valor obtido por regressão linear.
7)   Os resultados experimentais confirmam a relação teórica entre o alcance e o ângulo de lançamento?

Confiram os resultados dessa proposta experimental no seguinte relatório: https://meu-cosmos.blogspot.com/2018/12/alcance-de-um-projetil-em-funcao-do.html


sábado, 17 de novembro de 2018

Demonstração sobre a variação da pressão com a profundidade em fluidos

Demonstração sobre a variação da pressão com a profundidade em fluidos


                                                                                      Wenderson Rodrigues - Viçosa, 13 de novembro de 2018.

OBJETIVO

Verificar a dependência da pressão com a profundidade nos fluidos, aqui, líquido, utilizando um manômetro de tubo aberto simples.

CONTEXTO TEÓRICO 
           Desde os estudos de Simon Stevin, 1548-1620, engenheiro, físico e matemático belga, pode-se sistematizar em uma expressão matemática a dependência da diferença de pressão entre dois pontos de um fluido com a altura da coluna do fluido entre esses pontos. A expressão, dada como um princípio da hidrostática, é a equação (1) seguinte:

$∆P=ρ.g.∆h$       (1)


onde $∆P$ é a variação de pressão entre os pontos considerados, separados por uma diferença de profundidade $∆h$, em um fluido com densidade $ρ$ , imerso em um campo gravitacional $g$. Observando o arranjo como o da figura (1) abaixo, veremos que:


Figura 1 – Ilustração do arranjo experimental. Parte 1: manômetro com ambas as extremidades abertas para o ar (ponto a e ponto b nivelados); parte 2: manômetro com um das extremidades inseridas em um líquido (ponto a e ponto b agora desnivelados).




com base da parte 2 da figura (1) acima, podemos obter as seguintes expressões para os fluidos com densidade $ρ$  e $ρ'$ em equilíbrio hidrostático. 

$P_d-P_c=ρg∆h_cd$          (2)

$P_a-P_b=ρ'g∆h_ab$         (3)

      Desconsiderando a pressão gerada pela coluna de ar dentro do manômetro, entre os pontos a e c, causada por um possível desnivelamento desses, temos que $P_a=P_c$  , e como $ρ=ρ'$ (no caso particular do nosso experimento) e $P_b=P_{atm}$  , assim, somando as duas equações acima (2) e (3), obtemos:

$P_d-P_b=P_{manométrica}=ρg(∆h_{cd}+∆h_{ab})$          (4)

Com base na equação (4) acima e utilizando um aparato como o da figura 1, iremos demonstrar que a pressão em um dado ponto de um fluido é proporcional a coluna desse fluido acima de tal ponto. 

EXPERIMENTOS

MATERIAIS
  • Um manômetro de tubo aberto.
  • Um béquer (ou um frasco transparente) com profundidade entre 12 e 20 cm.
  • Régua.
  • Água destilada.
  • Uma haste de metal com garra para sustentação. Observe a figura 2 abaixo.



 Observação: O manômetro foi confeccionado pelo professor utilizando uma base de MDF, duas pipetas com os bicos cortados, mangueira e quatro fitas de alumínio confeccionadas com latas de conserva. Caso opte em utilizar água da torneira ou outro líquido apropriado, consulte sua densidade na internet ou em um livro. A imagem de uma régua no centro do aparelho foi confeccionada no computador e pode ser encontrada já pronta no site: https://meu-cosmos.blogspot.com/2018/11/regua.html. Visitem.

METODOLOGIA

  • Ajuste a haste de metal com a garra e prenda-a na lateral do manômetro, como mostrado na figura (2) acima.
  • Coloque água destilada no manômetro até a marca central (zero) fixada nele.
  • Com auxílio da régua, coloque cinco centímetros de água no Becker, de modo a formar uma coluna $h_d=5cm $ de água.
  • Utilizando a ponta da mangueira do manômetro, mergulhe-a sobre o líquido no béquer, até o fundo do recipiente.
  • Correlacionando com a figura (1), parte 2, acima, meça as alturas $∆h_{cd}$ e $∆h_{ab}$ , respectivamente, a coluna que aparece dentro da mangueira e a coluna gerada pelo desnivelamento nas pipetas. Utilize a régua na primeira altura e a própria marcação do aparelho para a segunda altura.
  • Anote estes valores.
  • Repita os dois procedimentos anteriores para $h_d=10cm $.
QUESTIONÁRIO

1.   Calcule, com auxilio da equação (4), a pressão para $h_d=5cm $ e $h_d=10cm $. Considere $ρ=997 kg⁄m^3$  e  $g=9,78 m⁄s^2 .$.
2.  O que se pode concluir referente a coluna de líquido $h_d=5cm $ e $10cm $  acima do nosso detector, com a pressão no mesmo?
3.  Com base no valor de pressão achado para $h_d=10cm $ , estime, utilizando proporção, qual seria a pressão a 10m de profundidade em um lago, próximo do local do experimento.


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